sexta-feira, 8 de novembro de 2013

10 coisas que você ainda não sabe sobre sua fertilidade


A fertilidade é um assunto muito questionado nos consultórios médicos pelas mulheres. Mas existem muitas informações que a maioria ainda desconhece. Saiba quais são elas, de acordo com o portal Huffington Post:

1. Sua fertilidade é principalmente determinada pela genética

Os médicos acreditam que o número de óvulos que você tem no nascimento determina o período de tempo que você vai permanecer fértil. Ao nascer, as mulheres têm cerca de dois milhões de óvulos em seus ovários. Para cada ovo ovulado durante a sua vida reprodutiva, cerca de 1.000 ovos sofrem morte celular programada.

2. Ciclos menstruais regulares são um sinal de ovulação regular

A maioria das mulheres tem ciclos regulares com duração entre 24 e 35 dias. Isso geralmente é um sinal de a ovulação regular. As mulheres que não ovulam regularmente têm ciclos menstruais irregulares. Aqueles que não ovulam podem ter uma condição genética chamada síndrome do ovário policístico (SOP).

3. Tabelas de temperatura basal não preveem a ovulação 

O método mais antigo de rastreamento de ovulação envolve medir sua temperatura corporal por via oral, todas as manhãs antes de sair da cama. Isso é chamado de temperatura corporal basal. Este método é usado para detectar um aumento da temperatura basal, que é um sinal de que a progesterona está sendo produzida. O principal problema com a utilização deste método é que sua temperatura sobe após a ovulação.

4. A maioria das mulheres com trompas de falópio bloqueadas são completamente inconscientes que podem ter tido uma infecção pélvica durante a vida

Cerca de 10% dos casos de infertilidade são devido à doença tubária, ou bloqueio completo, ou cicatrizes pélvicas, causando um mau funcionamento das trompas. Uma das principais causas de doença tubária é uma infecção pélvica prévia de uma doença sexualmente transmissível, como a clamídia.

5. Na maioria dos casos, o estresse não causa infertilidade 

Exceto em casos raros de sofrimento físico ou emocional extremo, as mulheres vão continuar ovulando regularmente.

6. Aos 44 anos, a maioria das mulheres são inférteis, mesmo se ainda estiverem ovulando regularmente 

Mesmo com o tratamento de fertilidade já bastante evoluído, as taxas de concepção são muito baixas após 43 anos. A maioria das mulheres que concebem a gravidez com tratamento de fertilidade estão usando óvulos doados por mulheres mais jovens.

7. Ter sido pai numa gravidez no passado não garante a fertilidade do homem 

A contagem de esperma pode mudar um pouco com o tempo, por isso é errado assumir que uma gravidez antes garante esperma fértil. A obtenção de uma análise do sêmen é a única maneira de ter certeza de que o esperma ainda está saudável.

8. Na maioria dos casos, a dieta tem pouco ou nada a ver com a fertilidade 

Apesar da imprensa popular dizer o contrário, há poucos dados científicos que mostram que uma dieta especial ou alimentos promove a fertilidade.

9. A vitamina D pode melhorar os resultados de tratamentos de fertilidade

Um estudo recente da Universidade do Sul da Califórnia sugeriu que as mulheres que foram submetidas a tratamentos de fertilidade, mas tinham baixos níveis de vitamina D, podem ter menores taxas de concepção. Esta vitamina também é essencial durante a gravidez.

10. Estar abaixo do peso ou com sobrepeso pode estar claramente ligado aos níveis reduzidos de fertilidade 

A evidência nestes últimos anos é que a obesidade é claramente associada com um maior demorar para conseguir a concepção. Ter um índice de massa corporal inferior a 18 ou superior a 32 está associado com problemas de ovulação e concepção, bem como problemas durante a gravidez.

Confira a matéria no portal Dicas de Mulher

Foto: Thinkstock

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Clamídia: uma ameaça à fertilidade feminina



Reconhecida pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como a principal causa evitável de infertilidade, a clamídia é uma doença sexualmente transmissível muito comum. O grande problema, porém, é que grande parte das mulheres não se preocupa com ela. Transmitida pela bactéria Chlamydia trachomatis, é silenciosa e, na maioria das mulheres, não causa nenhum tipo de sintoma aparente. “São poucos os casos em que ela provoca febre, cansaço, sangramentos e dor durante a relação sexual”, explica Maria Cecília Erthal, especialista em reprodução humana e diretora-médica do Vida – Centro de Fertilidade da Rede D’Or.

Em grande parte das vezes, ela só dá as caras quando a infertilidade bate à porta. Isso acontece porque todo o processo infeccioso da doença pode obstruir as trompas e causar infertilidade, ou evitar que o óvulo fecundado chegue ao útero, originando uma gravidez tubária, que pode resultar no rompimento das trompas e iniciar o processo de hemorragia interna.

A médica explica ainda que os exames ginecológicos de rotina e o papanicolau não são capazes de detectar a doença, por isso é importante que você peça ao seu médico para investigar. “É necessário realizar exames para encontrar anticorpos no sangue, ou para descobrir fragmentos de DNA da doença no colo uterino para se realizar o diagnóstico da clamídia. E para manter um controle eficiente, o ideal é se consultar pelo menos duas vezes ao ano”, recomenda a profissional.

Sobre os tipos de tratamento, Maria Cecília explica que quando descoberta em fase inicial, o quadro de infertilidade pode ser revertido. Nos casos mais avançados, em que não é possível realizar o tratamento com medicamentos, a única alternativa para as mulheres que desejam engravidar é recorrer aos procedimentos de fertilização in vitro.

A especialista alerta que para evitar qualquer tipo de doença, a maneira mais eficaz de se proteger é usar camisinha em todas as relações sexuais.

Confira a matéria no portal da revista Boa Forma

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Cortar carboidratos pode aumentar a chance de concepção e nascimento durante tratamento de FIV


Desde que a humanidade existe, a preocupação com a alimentação é considerada fundamental tanto para a cura como para a prevenção de doenças. A dieta alimentar é sempre um assunto atual e frequentemente ocupa a capa das revistas semanais e mensais que anunciam uma nova dieta: que emagrece, a dieta do coração, ou da emoção e assim por diante. As dietas que melhoram a fertilidade não poderiam ser diferentes. Sempre surge algo novo que pode fazer a diferença. O próprio IPGO publicou recentemente o livro “Fertilidade e Alimentação” que procura dar orientações tanto para preservar como para manter a fertilidade. A dieta é importante em todos os aspectos e o equilíbrio e o peso ideal, são fundamentais para o bem estar.

Um estudo apresentado dia 06 de maio de 2013, durante o 61º Encontro Clínico Anual do Congresso Americano de Obstetras e Ginecologistas, mostrou que mulheres que reduziram a ingestão de carboidratos e aumentaram a ingestão de proteína, durante tratamento de fertilização in vitro, aumentaram significativamente a chance de concepção e nascimento de uma menina.

O pesquisador Jeffrey Russell, do Instituto de Medicina Reprodutiva Delaware em Newark foi quem apresentou os resultados. Segundo ele, dietas de carboidratos-carregados criam um ambiente oócito hostil mesmo antes da concepção ou implantação.

"Os ovos e embriões não estarão bem em um ambiente de alta glicose. Ao reduzir carboidratos e aumentar proteínas, você está banhando o seu óvulo de forma saudável, com suplementos nutritivos", disse ele.

O médico disse que o estudo surgiu após perceber a má qualidade dos embriões de mulheres jovens e saudáveis que conheceu por meio de seu programa de fertilização in vitro. "Nós não poderíamos descobrir o porquê. Elas não estavam acima do peso nem eram diabéticas", disse ele.

Foram 120 mulheres participantes do estudo, com 36 e 37 anos de idade e que completaram um registro alimentar de três dias. Para algumas, a dieta diária foi de 60% a 70% de hidratos de carbono. Elas comeram mingau de aveia no café da manhã, um pão no almoço e macarrão para o jantar, e nenhuma proteína.

As pacientes foram classificadas em dois grupos: aquelas cuja dieta média foi mais do que 25% de proteína e aquelas cuja dieta média era inferior a 25% de proteína. Não houve diferença no índice de massa corporal médio entre os dois grupos.

Houve diferenças significativas em resposta à fertilização in vitro entre os dois grupos. O desenvolvimento de blastocisto foi maior no grupo de alta proteína do que no grupo de baixa proteína (64% vs 33,8%), assim como as taxas de gravidez clínica (66,6% vs 31,9%) e taxas de nascidos vivos (58,3% vs 11,3%).

Quando a ingestão de proteína era superior a 25% da dieta e a de hidratos de carbono inferior a 40%, a taxa de gravidez clínica subia para 80%. Dr. Russell agora aconselha todas pacientes de fertilização in vitro para reduzir a ingestão de carboidratos e aumentar a ingestão de proteínas.

Ele porém frisa que não há restrição calórica e que este não é um programa de perda de peso, é um programa nutricional, enfatizando que não é sobre perder peso para engravidar, mas sobre alimentação saudável para engravidar.

Já outro estudo, apresentado durante encontro de 2012 na Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva (ASRM), mostrou que pacientes de fertilização in vitro que mudaram para uma dieta de alta proteína e baixo carboidrato e depois passaram por outro ciclo, tiveram aumentadas suas taxas de formação de blastocisto de 19% para 45% e sua taxa de gravidez clínica de 17% para 83%.

Mesmo pacientes não-FIV com síndrome do ovário policístico têm melhorado as taxas de gravidez depois de fazer esta mudança de estilo de vida, observaram os pesquisadores.

Os médicos concordaram que estudos como esses demonstram quão pouco se sabe sobre o efeito de micronutrientes nas dietas sobre diversos aspectos da reprodução. Eles afirmam que os resultados mostram um campo aberto para pesquisas futuras e criam perguntas como se, por exemplo, é o carboidrato em geral ou os efeitos inflamatórios de glúten em carboidratos em grãos que são prejudiciais para os resultados de fertilização in vitro.

Enfim, para todos os casais que desejam engravidar e também para aqueles que não querem, boa dieta!

Fonte: Guia do Bebê

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Pouco conhecida, a clamídia é uma ameaça à fertilidade



Silenciosa e ainda pouco conhecida pelas brasileiras, a clamídia é uma ameaça à fertilidade feminina pois ela ataca o sistema reprodutor da mulher. Se não diagnosticada a tempo, pode diminuir significativamente as chances de engravidar naturalmente.

A doença sexualmente transmissível é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como a principal causa evitável de infertilidade. Dados apontam que, a cada ano, são 92 milhões de novos casos de clamídia em todo o mundo, fora os que não são diagnosticados. Essa grande disseminação se deve ao fato de que, na maioria dos casos, a clamídia não apresenta sintomas aparentes ou, quando apresenta, pode ser confundida com uma infecção urinária. Além disso, os exames ginecológicos de rotina e o papanicolau não são capazes de detectá-la, por isso, é importante que a paciente peça ao seu médico para investigar a doença.

Quais são os sintomas? 

Se a pessoa for saudável, o organismo consegue combater os primeiros sintomas, fazendo com que a doença passe despercebida, por isso, é preciso ficar atento aos menores sinais. “São poucos os casos em que ela provoca febre, cansaço, sangramentos e dor durante a relação sexual”, explica a ginecologista Maria Cecília Erthal, mãe de Luciana e Giovanna, especialista em reprodução humana e diretora-médica do Vida – Centro de Fertilidade da Rede D’Or.

Nos casos agudos, ela causa infecção na pélve (peritonite) e pode haver sensação de queimação ao urinar, sintoma semelhante à sistite (infecção urinária).

Nos homens, além do incômodo ao urinar, a região acima dos testículos fica avermelhada e sensível e pode haver secreções no pênis.

Como detectar a doença?

Na fase aguda da doença, é possível detectar a bactéria ao colher uma cultura direto da secreção vaginal da mulher ou da secreção uretral do homem. Se o casal faz sexo anal, a cultura pode ser recolhida também do reto.

Se a doença não estiver na fase aguda, há exames específicos de sangue pra detectá-la.

Como tratar 

A clamídia pode ser tratada e curada com antibióticos recomendados por um médico.

O quadro de infertilidade é irreversível? 

Todo o processo infeccioso da clamídia pode obstruir as trompas ou evitar que o óculo fecundado chegue ao útero, causando uma gravidez tubária, que pode resultar no rompimento das trompas e iniciar uma hemorragia interna. “Esse é o quadro emergencial e uma intervenção cirúrgica se torna necessária. Na maioria dos casos a trompa acometida é retirada”, afirma a dra. Maria Cecília.

Nos homens, a clamídia causa inflamação nos testículos, o que leva à diminuição da produção dos espermatozóides, na quantidade e na qualidade deles.

Nos casos em que a progressão da doença não possibilita mais o tratamento com medicamentos, a única alternativa para as mulheres que desejam engravidar é recorrer aos procedimentos de reprodução humana. “Com as trompas obstruídas, a alternativa da medicina é a fertilização in vitro. O processo consiste em retirar os óvulos, fecundá-los em laboratório e transferir o embrião para o útero”, esclarece a médica.

Como se prevenir? 

Para prevenir a doença, a única forma é usar preservativos em todas as relações sexuais.

Confira a matéria no portal da Revista Pais e Filhos

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Conheça o Grupo de Apoio Vida



Você conhece o Grupo de Apoio Vida? Ele foi criado para ser um espaço de compartilhamento de experiências e expectativas entre pais que estão enfrentando desafios para realizar o sonho de ter um filho.

Conheça mais sobre essa maravilhosa iniciativa do Vida - Centro de Fertilidade da Rede D'Or e participe!





Caso tenha interesse em saber mais sobre o Grupo de Apoio Vida, ou participar dos encontros, entre em contato com nossa recepção pelo e-mail atendimento@vidafertil.com.br, ou pelos telefones (21) 2493-0758/ 2484-2918.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Dia dos Pais: casais lotaram o auditório do MDX Barra Medical Center



Na semana seguinte ao Dia dos Pais, como já é de costume, reunimos mais uma vez dezenas de casais que buscam esclarecer dúvidas sobre fertilidade. Recebidos no auditório do MDX Barra Medical Center, na sede da clínica, na Barra da Tijuca, eles puderam acompanhar de perto a palestra do Dr. Paulo Gallo, nosso diretor médico, especialista em reprodução humana, que falou amplamente sobre infertilidade conjugal, os tabus que envolvem a infertilidade masculina e os avanços da medicina para tratar as principais doenças.

Casais que também já encontraram dificuldades para ter filhos e passaram pelos desafios desse processo, subiram ao palco, com os filhos nos braços, e, diante de tantos que hoje passam pelo mesmo problema, levaram muitos às lágrimas ao contar o drama pessoal e como foi todo o processo para realizar o sonho de comemorar o Dia dos Pais.

Veja mais fotos aqui.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Homem é o responsável por 40% dos casos em que casal não consegue engravidar


O Dia dos Pais para o comerciante Gilberto Barbosa, de 35 anos, é uma data mais do que especial. Há um ano, ele realizou o sonho de ter um filho. A conquista só veio através de uma fertilização in vitro: após quatro anos de tentativas frustradas por meios naturais, Gilberto descobriu um problema de infertilidade. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, os homens são, isoladamente, os responsáveis por cerca de 30% a 40% das vezes em que o casal tem dificuldades para engravidar.

Depois de fazer um espermograma — exame que avalia a quantidade e a qualidade de espermatozoides produzidos —, Gilberto descobriu que seus gametas tinham baixa mobilidade.

— Nunca tinha engravidado ninguém. Pelo tempo que eu e minha esposa estávamos tentando, já imaginava que o problema era comigo. Encarei de forma natural — conta o comerciante, marido da gerente de loja Marcia Filgueiras, de 35 anos, e pai de Matheus, que completou 1 ano em junho passado.

A reação de Gilberto vem se tornando mais comum nos últimos dez anos, quando os homens começaram a largar o preconceito e a aceitar que também podem ser inférteis.

— Eles se achavam menos machos por não conseguir engravidar a mulher. Se o casal tinha dificuldade para ter filhos, a própria sociedade colocava a culpa nelas, mesmo sem a investigação médica do problema — diz o ginecologista e obstetra Paulo Gallo, especialista em reprodução humana assistida e diretor-médico do Vida Centro de Fertilidade da Rede D’Or.

Inseminação ou fertilização como opções 

De acordo com Paulo Gallo, tanto o homem quanto a mulher devem fazer exames se o casal não consegue gerar filhos naturalmente. Para eles, o único teste é o espermograma. Caso seja constatada alguma anormalidade, é preciso investigar as causas.

— Se a origem da infertilidade for infecção, varicocele ou alterações hormonais, na maioria das vezes é possível tratar. Outras causas não têm tratamento — explica.

Quando o problema não pode ser corrigido, mesmo após intervenção médica, o casal tem duas opções: inseminação artificial, para casos menos graves de infertilidade, ou fertilização in vitro, para casos mais sérios.

Confira a matéria no site do jornal Extra