terça-feira, 20 de agosto de 2013

Dia dos Pais: casais lotaram o auditório do MDX Barra Medical Center



Na semana seguinte ao Dia dos Pais, como já é de costume, reunimos mais uma vez dezenas de casais que buscam esclarecer dúvidas sobre fertilidade. Recebidos no auditório do MDX Barra Medical Center, na sede da clínica, na Barra da Tijuca, eles puderam acompanhar de perto a palestra do Dr. Paulo Gallo, nosso diretor médico, especialista em reprodução humana, que falou amplamente sobre infertilidade conjugal, os tabus que envolvem a infertilidade masculina e os avanços da medicina para tratar as principais doenças.

Casais que também já encontraram dificuldades para ter filhos e passaram pelos desafios desse processo, subiram ao palco, com os filhos nos braços, e, diante de tantos que hoje passam pelo mesmo problema, levaram muitos às lágrimas ao contar o drama pessoal e como foi todo o processo para realizar o sonho de comemorar o Dia dos Pais.

Veja mais fotos aqui.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Homem é o responsável por 40% dos casos em que casal não consegue engravidar


O Dia dos Pais para o comerciante Gilberto Barbosa, de 35 anos, é uma data mais do que especial. Há um ano, ele realizou o sonho de ter um filho. A conquista só veio através de uma fertilização in vitro: após quatro anos de tentativas frustradas por meios naturais, Gilberto descobriu um problema de infertilidade. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, os homens são, isoladamente, os responsáveis por cerca de 30% a 40% das vezes em que o casal tem dificuldades para engravidar.

Depois de fazer um espermograma — exame que avalia a quantidade e a qualidade de espermatozoides produzidos —, Gilberto descobriu que seus gametas tinham baixa mobilidade.

— Nunca tinha engravidado ninguém. Pelo tempo que eu e minha esposa estávamos tentando, já imaginava que o problema era comigo. Encarei de forma natural — conta o comerciante, marido da gerente de loja Marcia Filgueiras, de 35 anos, e pai de Matheus, que completou 1 ano em junho passado.

A reação de Gilberto vem se tornando mais comum nos últimos dez anos, quando os homens começaram a largar o preconceito e a aceitar que também podem ser inférteis.

— Eles se achavam menos machos por não conseguir engravidar a mulher. Se o casal tinha dificuldade para ter filhos, a própria sociedade colocava a culpa nelas, mesmo sem a investigação médica do problema — diz o ginecologista e obstetra Paulo Gallo, especialista em reprodução humana assistida e diretor-médico do Vida Centro de Fertilidade da Rede D’Or.

Inseminação ou fertilização como opções 

De acordo com Paulo Gallo, tanto o homem quanto a mulher devem fazer exames se o casal não consegue gerar filhos naturalmente. Para eles, o único teste é o espermograma. Caso seja constatada alguma anormalidade, é preciso investigar as causas.

— Se a origem da infertilidade for infecção, varicocele ou alterações hormonais, na maioria das vezes é possível tratar. Outras causas não têm tratamento — explica.

Quando o problema não pode ser corrigido, mesmo após intervenção médica, o casal tem duas opções: inseminação artificial, para casos menos graves de infertilidade, ou fertilização in vitro, para casos mais sérios.

Confira a matéria no site do jornal Extra

sexta-feira, 12 de julho de 2013

Estudo: infertilidade pode estar ligada à falta de células imunitárias



A falta de células imunitárias chamadas macrófagos no sistema reprodutivo feminino pode ser a causa da infertilidade em algumas mulheres, segundo um estudo divulgado no dia 9 de julho na Austrália.

Os macrófagos, presentes em grandes quantidades no útero e no ovário no momento da concepção, encontram um ambiente hormonal saudável no útero, apontou a pesquisa liderada por Sarah Robertson, especialista em medicina reprodutiva da Universidade de Adelaide.

A pesquisa descobriu que um subconjunto de macrófagos, os M2, intervém na construção de uma rede de vasos sanguíneos no corpo lúteo para que este se desenvolva e produza progesterona, o hormônio esteroide necessário para a reprodução.

O estudo sobre a função dos macrófagos na reprodução foi realizado através da eliminação temporária destas células em cobaias, segundo a emissora local "ABC".

Inicialmente, os cientistas esperavam que os macrófagos protegessem os tecidos de infecções ou favorecessem a adaptação imunitária para evitar que o corpo da mãe rejeitasse o embrião que contém material genético masculino.

No entanto, durante os experimentos, a equipe liderada por Robertson descobriu que, ao eliminar os macrófagos nos ratos, estes já não podiam conceber, embora não tenham apresentado nenhuma disfunção imunitária.

"O que achamos foi uma disfunção hormonal", indicou Sarah Robertson ao explicar que os níveis de progesterona, um hormônio que promove a gestação e é produzido pelo corpo lúteo no ovário, era anormal nos ratos de laboratório. "Sem progesterona não se pode efetuar a implantação", acrescentou a especialista australiana.

Os pesquisadores acharam que a eliminação de macrófagos dava como resultado um corpo lúteo anormal e com hemorragias que impedia a implantação. Por outro lado, estes ratos voltavam a ser férteis quando recebiam novamente progesterona ou macrófagos. "Isso mostra que a infertilidade se devia totalmente a uma falha no corpo lúteo pela consequente redução de progesterona", afirmou a pesquisadora australiana.

De acordo com Sarah Robertson, o estudo pode contribuir para desenvolver tratamentos de fertilidade baseados na modificação dos estilos de vida e na dieta para promover a presença dos macrófagos.

Confira a matéria no portal Terra

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Atletas do Vida

Todos os nossos pacientes sabem muito bem, mas não nos cansamos de repetir: a prática de atividade física regular é fundamental para a saúde, inclusive a reprodutiva! Ela não só contribui para o equilíbrio metabólico e hormonal em homens e mulheres, mas também os resultados que provoca no corpo e na mente estimulam o bem-estar, a felicidade e hábitos alimentares e de vida mais saudáveis. E outra coisa que quem passa aqui pela clínica já ouviu muitas vezes é que uma alimentação rica em vitaminas e minerais pode influenciar positivamente - e muito! - nas etapas do processo reprodutivo: desde a ovulação e produção de espermatozoides, até a fecundação e a manutenção da gravidez.

É por isso que nós do Vida não só estimulamos todos os pacientes a se exercitar e manter um estilo de vida saudável, mas também damos o exemplo! Este ano tivemos a felicidade de ter três membros da nossa equipe participando como atletas amadores de campeonatos e provas importantes no Rio de Janeiro.

Vejam só que orgulho!



Dra. Maria Cecília Erthal, nossa diretora-médica, participou da Corrida da Ponte 

“A meia maratona da Ponte já faz parte da minha vida. Desde 2011 participo e, este ano, para mim, foi o melhor de todos, pois, a cada dia, venho melhorando meu desempenho. Esse ano corri os 21 km mais solta, sem compromisso e admirando muito a natureza a minha volta. Curti muito! O ponto alto da corrida foi quando estava na Perimetral e olhei para o lado: tinha a ponte toda no meu campo de visão! Falei alto: ‘já corri aquilo tudo, agora é mole chegar ao final!’. O que dizem por aí é que correr oxigena o cérebro. Para mim, correr oxigena minha alma!”




Dra. Maria Cecília Cardoso, diretora do laboratório de Reprodução Humana Assistida, participou da Regata Estadual de Remo

Orgulhosa da sua medalha de ouro conquistada na II Regata Estadual de Remo de 2013, na prova do duble feminino master, a médica posa ao lado de seu netinho, também orgulhoso da brava vovó!






Caio Werneck, Biomédico, participou do campeonato de Jiu-Jitsu V Copa Grande Mestre Hélio Gracie

Caio, logo após a sua primeira vitória.








E este ano ainda tem mais corrida! 



Achou que paramos por aí? Este ano boa parte da equipe ainda vai participar de uma corrida internacional! Os membros da equipe Maria Cecília Erthal, Paulo Gallo, Maria Cecília Cardoso, Caio Werneck e Roberta Nogueira vão participar da “ESHRE Charity Run”, uma corrida organizada pela Sociedade Europeia de Reprodução Humana e Embriologia (ESHRE) durante o seu encontro anual. Os médicos da equipe irão percorrer 5 km ao longo das antigas docas de Londres, apreciando a vista sobre o Rio Tâmisa. E a corrida ainda é mais especial porque é uma forma da ESHRE apoiar a Fertility Europe, uma organização de pacientes que luta em favor da igualdade de acesso ao tratamento de fertilidade na Europa. São os atletas do Vida dando o exemplo para estimular vocês, a entrar nesse ritmo também. Se animou?

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Fique atento à varicocele, principal causa de infertilidade masculina


Chama-se varicocele a dilatação anormal das veias que drenam o sangue e as impurezas da região dos testículos. Ela é mais comum nos adolescentes — as estatísticas indicam que 15% deles são portadores.

O mecanismo de formação da doença é o seguinte. O sangue e as impurezas da região dos testículos são recolhidos por um emaranhado de veias. Como há dois testículos, existem dois grupos de veias, um de cada lado. Logo acima do escroto, elas dão origem a veias maiores. Já no abdome, cada grupo de veias se transforma em uma só, a veia testicular: uma do lado direito e outra do esquerdo. A direita desemboca obliquamente na veia cava pouco abaixo do rim. A posição oblíqua e o fato de a veia cava ser grossa facilitam o desaguar do sangue. Já a veia testicular esquerda desemboca perpendicularmente na veia renal esquerda, formando um ângulo de 90 graus. Esse ângulo e o fato de a veia renal ser mais fina dificultam a entrada do sangue nela. Por isso 90% dos casos de varicocele são do lado esquerdo e casos somente à direita são raros.

A causa básica da doença é o funcionamento inadequado ou a falência das válvulas da veia testicular. Quando funcionam bem, o sangue sobe, as válvulas se fecham e ele não retorna. A deficiência ou a falência das válvulas, ao contrário, levam à má drenagem sanguínea e ao acúmulo de sangue nos testículos, forçando as veias e dilatando-as. As varicoceles por mal funcionamento ou falência das válvulas das veias testiculares têm traços familiares. Por isso, homens com histórico da doença na família estão mais suscetíveis. Outra causa de varicocele são os tumores, que pressionam as veias testiculares e dificultam a drenagem sanguínea.

Em geral ela não produz sintomas. Só nas situações graves pode haver dor e atrofia do testículo. Mas, a indicação básica são as veias proeminentes sobretudo no testículo esquerdo. Como os homens não costumam examinar seu escroto, descobrem a doença só quando casam e verificam que são inférteis. A razão é esta: o sangue é drenado dos testículos para ser purificado. Com a doença, não circula bem e substâncias nocivas se acumulam neles. A temperatura local eleva-se, prejudica a produção de espermatozoides e altera sua forma e sua capacidade de fertilizar o óvulo. Assim, fica difícil para o homem engravidar a sua parceira.

Pais com histórico de varicocele na família devem ficar atentos a seus filhos adolescentes e, à menor indicação, levá-los a um urologista. O diagnóstico inicial é clínico. Pode-se confirmá-la propondo que o paciente ponha a boca nas costas de uma das mãos e sopre com força, que o sangue se acumula na região do escroto e a dilatação se exacerba. Confirma-se a doença, ainda, com ultrassonografia.

Não se intervém em pacientes com varicocele discreta. Só se acompanha, fazendo espermograma periodicamente, para se verse leva a prejuízos para os espermatozoides. Quando isso já ocorre, se intervém cirurgicamente, o que é feito logo acima da virilha. A melhor opção, hoje, é a microcirurgia. Com um microscópio, que aumenta a área e permite reconhecer os vasos, se amarra duas vezes a veia testicular doente e se corta entre os dois amarros, para impedir que o sangue desça. Não se interfere em artérias nem em vasos linfáticos, pois isso pode causar necrose dos testículos. Com essa técnica, o risco de a doença voltar a se manifestar é de apenas 1% — por outras técnicas, é bem maior.

Confira a matéria no site da revista Caras

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Nova droga para infertilidade da quimioterapia


A droga ciclofosfamida, usada durante o procedimento de quimioterapia, atinge o ovário e provoca a infertilidade em mulheres. Mas, pesquisadores israelenses publicaram um estudo na revista "Science Translacional Medicine", explicando que o uso de uma nova droga, chamada AS101, pode prevenir a infertilidade das pacientes com câncer.

Confira a matéria no site do jornal Folha de São Paulo: http://tinyurl.com/nyk8cu2

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Técnica aumenta de 24% para 78% os embriões saudáveis


Um estudo de cientistas ingleses publicado na revista “Reproductive Medicine Online” revelou uma nova técnica de fertilização in vitro (FIV) que promete aumentar de 24% para 78% a média de embriões saudáveis transferidos para o útero das mães.

A Drª Maria Cecília Erthal, diretora-médica da clínica, comentou sobre o assunto em uma matéria do portal da revista Pais e Filhos, enfatizando que a nova tecnologia poderá chegar ao Brasil ainda este ano. Confira a matéria completa no portal da revista: http://tinyurl.com/nbzyrb5