A Dra. Maria Cecília Cardoso, embriologista do Centro de Fertilidade da Rede D'Or, colaborou com a matéria, explicando que existem algumas opções para esses embriões e apesar da legislação vigente, que limita o destino das células, todas as decisões devem ser tomadas com o consentimento do casal. A maioria decide por preservá-los, para usá-los no futuro, ou mesmo por não se sentirem à vontade para descartá-los (60%, segundo a matéria). Já outros, preferem doá-los para pesquisas clínicas (20%), ou ainda para casais que não conseguem gerar embriões (10%). E, na minoria dos casos, alguns preferem descartar, ou até abandonar os embriões.
A revista traz ainda histórias interessantes de casais que congelaram embriões e tiveram que decidir que destino dar a eles. Confira, abaixo:



