quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

'Trigêmeos' nascem com cinco anos de diferença na Inglaterra



Nicola Brightey costuma deixar as pessoas espantadas quando diz que seus filhos são trigêmeos. Isso porque a mais nova nasceu com cinco anos de diferença em relação aos meninos, mas todos foram concebidos no mesmo dia. Isso só foi possível porque a mulher congelou seus embriões durante um tratamento para engravidar.

Para os médicos, porém, as crianças não são consideradas gêmeas: "Os embriões foram implantados em épocas diferentes, não importa que tenham sido fertilizados juntos. A definição de gêmeos é 'quando há a presença de mais de um feto simultaneamente no útero'. Eram três embriões diferentes. Apesar de parecidos, eles não são univitelinos", conta o ginecologista Rogério Leão, membro da equipe de reprodução humana do IPGO, em São Paulo.

Tentativas 

Nicola e Kevin Brightey tentaram ter filhos por 15 anos. Eles fizeram, então, um tratamento de fertilização in vitro que custou cerca de 20 mil libras esterlinas (R$ 80 mil).

"James e Daniel não podiam esperar para conhecer sua irmã e, agora, são sempre tão protetores com ela. Nós esperamos tanto tempo para ter os nossos filhos - mas agora a nossa família está finalmente completa depois de todo esse tempo", conta a mãe.

O casal, que vive em Wisbech, Cambridgeshire, na Inglaterra, começou a tentar ter filhos após o casamento, em 1998. Quatro anos após tentativas que não deram certo, testes mostraram que as trompas de Nicola estavam bloqueadas. "Eu tive peritonite (inflamação do peritônio, a membrana serosa que reveste parte da cavidade abdominal e vísceras) aos 15 anos e os médicos me disseram que ele tinha causado extensa cicatriz nas minhas trompas de falópio", conta Nicola, hoje com 35 anos.

A primeira tentativa de tratamento por fertilização foi realizada em outubro de 2007, mas falhou e deixou o casal muito arrasado.

Porém, em janeiro de 2008, foi iniciado um segundo tratamento e desta vez Nicola conseguiu produzir 14 óvulos. Oito foram fertilizados e dois foram colocados de volta em seu ventre. Os seis restantes foram armazenados no congelador. Duas semanas depois, a gravidez foi confirmada.

Os gêmeos James e Daniel nasceram em novembro de 2008. "Foi muito emocionante quando eles nasceram e eu os segurei em meus braços, foi o momento mais incrível. Depois de todos esses anos, finalmente éramos pais", conta Nicola.

Foi então que o casal decidiu que faria mais um tratamento de fertilização in vitro e tentaria dar outro irmão para os gêmeos no futuro. Assim, em fevereiro do ano passado, o casal começou um terceiro tratamento. Um embrião foi retirado do congelador e descongelado, mas não sobreviveu ao processo.

O segundo embrião foi colocado com sucesso de volta ao útero, Nicola explicou que não tentaram com dois embriões porque já era mãe de gêmeos. Uma menina, então, nasceu em novembro. "Elizabeth parecia idêntica aos meninos quando eles nasceram. Todos pareciam três ervilhas em uma vagem", diz ela brincando. E acrescenta: "E as pessoas não podem acreditar quando eu digo que eles são trigêmeos". 

Apesar de o tratamento ser caro, em torno de R$ 80 mil, Nicola não tem do que reclamar. "Durante anos eu nunca pensei que voltaria a ser mãe; tem sido uma longa batalha para termos nossos trigêmeos. Levou 15 anos e cerca de 20 mil libras, mas valeu a pena cada centavo. Eu me sinto como a mãe mais sortuda do mundo".

Confira a matéria no portal UOL

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Transplante de útero: oportunidade arriscada



Tudo pelo sonho de engravidar. Inférteis por falta de útero, mulheres encontraram uma luz no fim do túnel para tornar realidade o sonho de ter um filho. Logo no início deste ano, médicos suecos já estão colocando em prática o tão desejado transplante de útero.

Esse procedimento é considerado experimental e envolve diversos riscos.

Ainda assim, a equipe médica do ginecologista Mats Brännström se propôs a realizar nove transplantes na Suécia.

De acordo com a Dra. Maria Cecília Erthal, diretora-médica do Vida - Centro de Fertilidade da Rede D'Or, o único risco referente à doadora é o mesmo de qualquer procedimento cirúrgico-anestésico. No entanto, a receptora é quem merece maior atenção.

"Ela corre risco durante a possível gravidez com o surgimento de uma doença hipertensiva devido à má conclusão do processo de migração da placenta através da parede uterina. Pode ocasionar baixo peso do feto, além de maiores chances de prematuridade e suas consequências", afirma.

A especialista ainda comenta sobre o risco de rejeição do transplante, que leva à paciente a tomar medicamentos imunossupressores, podendo causar diversos efeitos colaterais.

Depois de passar pelo suspense do procedimento, as mulheres ainda correm o infeliz risco de não suportar a gestação ou gerar bebês que não sejam saudáveis.

Em 12 de abril de 2011, Derya Sert se tornou a primeira mulher a receber o transplante de uma falecida. No entanto, sua gravidez foi interrompida. Isso porque, de acordo com o hospital turco Akdeniz "após oito semanas de gestação, a ecografia não mostrava os batimentos cardíacos do embrião".

Uma tentativa de transplante a partir de uma doadora viva, realizada em 2000 na Arábia Saudita, resultou em fracasso passado três meses. Como o próprio especialista Brännström disse à AP: "Este é um novo tipo de cirurgia. Não temos nenhum livro para ler".

Por que na Suécia? 

A resposta, dada pela diretora-médica do Vida, é simples: "Na Suécia é proibida a prática do útero de substituição, ou seja, gerar a criança no útero de outra mulher, a famosa barriga de aluguel, em casos de pacientes sem útero. Provavelmente por isso estão investindo tanto na pesquisa".

Nessa cirurgia, o útero não será conectado às trompas de Falópio. Sendo assim, a saída que a equipe do médico encontrou para gerar uma gravidez foi tirar os óvulos das receptoras para uma futura fertilização in vitro - implantar o embrião dentro do novo útero.

Para aumentar as chances de compatibilidade, como a Dra. Maria explica, os órgãos doados devem ser de parentes próximos à receptora.

O projeto está começando a ser colocado em prática agora e não tem nada que garanta um resultado positivo. A esperança do médico Brannstrom é que a nova técnica ajude outras mulheres a engravidarem. Ainda sem valor estipulado, a nova técnica terá um relatório científico em breve.

Confira a matéria no site Vila Mulher

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Infertilidade masculina: Principais causas



É considerado que o casal tem dificuldades para engravidar após mais de um ano de tentativas sem método contraceptivo e fazendo sexo pelo menos duas vezes por semana. Quando a mulher tem mais de 35 anos, o tempo de espera reduz para seis meses. “É importante ressaltar que não consideramos a infertilidade do homem ou da mulher, mas sim do casal. Afinal, 40% das vezes encontramos problemas só na mulher, 30% apenas no homem e 30% das vezes encontramos alterações no homem e na mulher”, explica o ginecologista obstetra Paulo Gallo, diretor médico do Vida – Centro de Fertilidade da Rede D’Or do Rio de Janeiro e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

A principal causa da infertilidade masculina são problemas na produção de espermatozoides. “O homem pode não produzir espermatozoides em número ou qualidade suficiente. Para que a fecundação ocorra é preciso que milhões deles estimulem a membrana do óvulo para que um consiga entrar”, explica Gallo.

As razões para que o homem não produza espermatozoides corretamente podem ser congênitas, ele já nasce com a complicação, genético, e até infecciosos, como no caso de uma infecção em decorrência da caxumba.

Foto: Getty Images

Confira a matéria no site Bebê e Mamãe

Infertilidade feminina: Principais causas



É considerado que o casal tem dificuldades para engravidar após mais de um ano de tentativas sem método contraceptivo e fazendo sexo pelo menos duas vezes por semana. Quando a mulher tem mais de 35 anos, o tempo de espera reduz para seis meses. “É importante ressaltar que não consideramos a infertilidade do homem ou da mulher, mas sim do casal. Afinal, 40% das vezes encontramos problemas só na mulher, 30% apenas no homem e 30% das vezes encontramos alterações no homem e na mulher”, explica o ginecologista obstetra Paulo Gallo, diretor médico do Vida – Centro de Fertilidade da Rede D’Or do Rio de Janeiro e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Listamos as principais causas da infertilidade feminina. Infelizmente, a mulher pode ter um ou mais desses problemas e o parceiro também pode ter complicações.

Fator ovulatório e hormonal 

O que é: tratam-se de problemas de saúde nos quais a mulher não ovula adequadamente. Entre eles encontra-se a síndrome dos ovários policísticos. “É uma disfunção ovulatória em que esse ovário não ovula regularmente e por isso fica cheio de cistos”, explica Gallo. Alguns dos sintomas deste problema são a menstruação irregular, tendência a espinhas e a ter mais pelos.

Tem tratamento? Sim.

Fator tubário 

O que é: O problema ocorre quando há algo interrompendo as trompas, como quando elas estão obstruídas ou danificadas. Diante deste problema, o espermatozoide não consegue chegar até o óvulo.

Tem tratamento? Sim.

Fator uterino 

O que é: Consiste em problemas no útero, como má formações e pólipos, que podem levar a dificuldades para engravidar.

Tem tratamento? Sim.

Endometriose 

O que é: O problema ocorre quando o tecido que reveste a parede interna do útero cresce também fora do órgão. “A endometriose está presente em 10 a 20% das mulheres. A dificuldade pode vir da obstrução tubária, nas trompas, e da endometriose provocar a produção de substancias que vão dificultar a implantação do embrião ou levar a morte dos espermatozoides, entre outras complicações”, conta Gallo. 

Tem tratamento? Sim.

Foto: Getty Images

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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Diretor do Vida representa Brasil em evento internacional de Fertilidade

Nosso diretor-médico, Dr. Paulo Gallo, foi um dos 12 especialistas em reprodução humana escolhidos para representar o Brasil no 11º UIT - Update in Infertility Treatment, que aconteceu de 22 a 24 de janeiro na cidade de Praga, na República Checa.

O encontro científico é fechado para inscrições e apenas especialistas convidados podem fazer parte das discussões. Além dos brasileiros, foram selecionados médicos de vários países, tendo como base o desenvolvimento de pesquisas científicas relevantes e conceituadas na área de reprodução humana e a contribuição dos estudos no tratamento de pacientes.

Durante o evento, que reuniu os maiores especialistas do mundo em reprodução assistida e é considerado de grande importância para a comunidade médica, são trocadas informações sobre os métodos mais avançados para a infertilidade conjugal, além da definição de rotinas e protocolos de tratamento.

O UIT acontece a cada dois anos na Europa e este é o 3º ano em que o evento conta com a participação de especialistas do Brasil. Dr. Paulo Gallo marca presença nesse congresso seleto e especial pela primeira vez, sendo motivo de orgulho aos colegas médicos e toda a equipe do Vida – Centro de Fertilidade da Rede D’Or.

O Dr. Paulo Gallo marca presença no UIT


Uma das palestras do congresso



O Dr. Paulo Gallo na companhia dos médicos Rui Ferriane, da USP de Ribeirão Preto, Álvaro Petracco, da PUC-RS e Luiz Fernando Dale

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Dieta dos avôs pode ser a causa do aumento da infertilidade masculina



Um em cada seis casais provavelmente terá dificuldades para engravidar e, em cerca de metade destes casos, o problema será com o homem. E, ao que tudo indica, a situação vem se agravando com a redução da contagem de espermas, por isso, especialistas alertam para a crise da fertilidade masculina. Segundo o site inglês Daily Mail, uma pesquisa francesa publicada há cerca de um ano concluiu que a contagem média de espermatozoides caiu 1/3 entre 1989 e 2005.

Pesquisadores do Institut de Veille Sanitaire recolheram amostras de 26 mil homens ao longo destes anos: no início, a contagem era de 73,6 milhões por ml e, em 2005, este número caiu para 49,4 milhões por ml. Os médicos consideram a contagem baixa quando o número fica abaixo de 20 milhões por ml. Um outro levantamento divulgou que o número de homens com contagem abaixo de 40 milhões por ml aumentou de 15% nos anos 1930 para 40% na década de 1990.

Apesar do estresse psicológico e da infertilidade, a baixa de espermatozoides é um aviso de outros problemas físicos. Um estudo dinamarquês concluiu que há uma relação direta entre qualidade do sêmen e a mortalidade. Um dos motivos é porque o espermatozoide depende parcialmente da testosterona, hormônio que protege o corpo contra algumas doenças. O professor da Edinburgh University, Richard Sharpe, explica que a redução deste número pode estar relacionada ao aumento de outras complicações. "A situação presente não é boa para os homens", disse.

E quais os motivos para esta situação? "Sabemos que o que acontece com um bebê no útero é criticamente importantate para determinar os níveis de testosterona", explica o especialista. Um estudo da Universidade de Western, da Austrália, analisou 2 mil homens desde o nascimento e descobriu que aqueles que tiveram crescimento fetal pobre, que tinham mães fumantes durante a gravidez ou que estavam acima ou abaixo do peso ideal na infância tinham mais chances de terem baixa contagem de esperma.

A culpa pode ser dos avôs 

O estilo de vida dos pais e avôs também tem influência. O jornal Human Reproduction publicou um artigo no qual dizia que ratos machos que recebiam uma dieta rica em gordura tinham filhos com problemas de fertilidade e apresentavam espermas com mais problemas de DNA e menos produção de filhotes. A conclusão portanto é de que a dieta pode influenciar a fertilidade dos filhos e até dos netos.

"Vários estudos mostram que o consumo de gordura reduz a contagem de espermas, mas o mais preocupante é que os efeitos negativos se estendem às gerações futuras", explica o professor Sharpe. Ele comenta que se a alimentação dos avôs dos homens que hoje enfrentam problemas foi um dos responsáveis pela queda dos números, então a situação é ainda mais preocupante, considerando que a dieta atual é ainda mais pobre e que pode comprometer seriamente as gerações futuras. "Precisamos descobrir rapidamente o quanto isto é verdade, pois pode ser uma bomba relógio", afirma.

Insônia e produtos químicos também preocupam

Hábitos atuais podem gerar problemas futuros, mas já causam desconforto. Um estudo dinamarquês analisou 953 homens e concluiu que aqueles que tinham insônia apresentaram uma contagem até quatro vezes mais baixa, isto porque a qualidade do sono pode estar relacionada ao excesso de álcool, diabetes e obesidade. Deficiência de vitamina D também é um fator que compromete a fertilidade masculina, uma vez que o composto é importante para manter os níveis hormonais.

Produtos químicos também influenciam na saúde masculina. Um estudo chinês concluiu que os homens que tinham muito contato com bisfenol A - composto presente em embalagens plásticas, principalmente de comidas e latas - tinham entre duas e quatro vezes menos quantidade e qualidade de espermas. Segundo os pesquisadores, este composto pode alterar a forma como o esperma é produzido. No entanto, médicos discordam quanto ao real dano que os produtos químicos podem causar, pois alguns dizem que a quantidade de exposição é muito pequena.

E a qualidade? 

Além da quantidade, a qualidade do esperma é outro fator determinante, que é igualmente afetado pelo estido de vida e consumo de álcool e cigarro. "A maioria dos homens produz 500 milhões de espermas por ejaculação, um número muito acima do que ele precisa. Portanto, o fator mais importante não é a quantidade, mas a qualidade", explica Sheena Lewis, professora de medicina da Queen's University Belfast. 

A grande questão está nos problemas genéticos do espermatozoide que impossibilitam totalmente a feritilidade, uma vez que alguns homens com contagem baixa podem ser capazes de gerar filhos com ajuda especializada. "Esta história da baixa contagem é um sinal de que alguma coisa está muito errada", explica Lewis.

Filhos para ontem 

Uma outra pesquisa mostrou que alguns costumes podem reduzir a qualidade dos espermas: cuecas e calças justas são alguns deles, já que aumentam a temperatura dos testículos, o que afeta negativamente a produção de espermas. A idade avançada da maioria dos homens para ter filho também tem efeito negativo. "Nós nunca seremos capazes de aumentar a contagem e melhorar a qualidade de espermas, portanto a mensagem é clara: tente ter bebês mais cedo", afirma a professora.

Confira a matéria no portal Terra

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Fertilização in vitro é beneficiada por nova técnica científica



Uma pesquisa feita por cientistas de universidades nos Estados Unidos e na China afirma que o mapeamento genético de óvulos fertilizados pode duplicar as chances de sucesso em fertilizações in vitro. Os testes foram conduzidos por pesquisadores das universidades de Harvard, nos Estados Unidos, e Pequim, na China. Os resultados foram publicados nesta semana na revista científica Cell.

A fertilização in vitro é uma técnica usada para ajudar casais que estão com problemas para ter filhos. O óvulo da mulher e o esperma do homem são fertilizados em laboratório, e posteriormente implantados no útero feminino. O desafio é identificar quais óvulos fertilizados são os mais saudáveis, com maiores chances de levar a uma gravidez bem-sucedida.

Mapeamento genético 

Em geral, os cientistas costumam tirar células do embrião – quando ele já está se desenvolvendo – e analisá-las. Mas muitas vezes estes exames não detectam problemas genéticos do embrião. O novo método desenvolvido pelos cientistas nos Estados Unidos e na China analisa substâncias conhecidas como “glóbulos polares”, que são fragmentos de células dos embriões. A partir deles, os cientistas fazem um mapeamento genético completo. A técnica é capaz de ajudar a detectar casos de problemas genéticos do embrião e riscos de aborto natural.

– Teoricamente, se isso funcionar bem, nós conseguiremos dobrar o índice de sucesso da tecnologia de bebês de proveta – de 30% para 60%, ou até mais – diz Jie Qiao, cientista da universidade de Pequim que trabalhou no estudo.

A pesquisa foi feita com análises de 70 óvulos fertilizados “in vitro“, todos de voluntárias no estudo.

O pesquisador Xiaoliang Sunney, da universidade de Harvard, disse que a técnica pode favorecer mulheres que já tiveram casos mal-sucedidos de gravidez e querem tentar novamente ter filhos. No entanto, um cientista britânico – que não participou da pesquisa, mas analisou as suas conclusões – recomenda cautela sobre o assunto.

O especialista Yacoub Khalaf, do hospital Guy’s Hospital, de Londres, disse à agência inglesa de notícias BBC que mapeamentos deste tipo podem ser animadores na teoria, mas que na prática ainda é preciso observar resultados mais conclusivos. Problemas de fertilidade afetam cerca de 15% de casais em todo o mundo, levando muitos a buscar soluções como fertilização in vitro.

Confira a matéria no site do Correio do Brasil